Fluency · Centriu

Entrar no sistema

Você entende quase tudo. E trava na hora de falar.

Isso não é falta de vocabulário nem de estudo. É que reconhecer uma palavra e conseguir buscá-la em dois segundos, com alguém esperando, são duas habilidades diferentes — e quase todo curso treina só a primeira.

Por que a aula acaba e você não sabe se melhorou

Medir alguém pelo número de palavras que reconhece é conveniente, porque reconhecimento é fácil de testar. Também é enganoso. Dá para reconhecer dez mil palavras numa tela e ainda assim não conseguir pedir um café — porque pedir um café exige buscar três delas sob pressão de tempo, na ordem certa, enquanto alguém espera.

O que se mede molda o que se pratica. Um curso que testa reconhecimento ensina, em silêncio, a praticar a habilidade errada. Por isso é possível terminar dois anos de aulas com um certificado na mão e a mesma trava na garganta.

O Fluency mede a outra coisa. Cada resposta que você produz — escrita ou falada — é avaliada, e o que ela prova entra no seu perfil com data e força de evidência. Reconhecer uma estrutura numa lista vale menos que usá-la sem apoio; usá-la sem apoio vale menos que usá-la de novo três semanas depois, sob pressão. O sistema registra a diferença, e é ela que decide o que vem na próxima aula.

É por isso que aqui não existe barra de progresso que sobe por presença. O que sobe é o que você conseguiu fazer.

Você vê exatamente o que foi medido

Nada de nota que aparece sem explicação. A resposta volta com o veredito, a forma certa e o porquê — e o que ela provou entra no seu perfil com data e força de evidência.

Uma estrutura reconhecida numa lista vale menos que usada sem apoio, e usada sem apoio vale menos que usada de novo três semanas depois. O sistema guarda a diferença, e é ela que monta a próxima aula.

Conte o que você fez ontem, usando o passado.

Você escreveu

Ieri ho andato al cinema con Marco.

Quase

Ieri sono andato al cinema con Marco.

Andare é verbo de movimento: o passado dele se monta com essere, não com avere — e o particípio concorda com quem fala (andato / andata).

Evidência registrada

Auxiliar essere com verbos de movimento · produzido sem apoio · hoje

Toda resposta recebe veredito, correção e o porquê — e o que ela provou entra no seu perfil com data e força de evidência. É esse registro que decide a próxima aula.

Como funciona

Três passos, e os dois primeiros não consomem hora-aula — medir por onde começar é o que torna o resto possível, e cobrar por isso faria você pagar para descobrir se vale a pena pagar.

  1. Você conta o seu objetivo

    Doze respostas montam o curso: o idioma, a variedade, o que você precisa conseguir fazer e quanto tempo tem por semana. Cada resposta muda alguma coisa que você vê já na primeira aula.

  2. O sistema mede o seu nível

    Um diagnóstico curto, com itens escritos para o que aquele idioma cobra de um brasileiro. Ao fim, você recebe o retrato do que já consegue fazer — e o que falta para a sua meta, em horas.

  3. A aula sai da medição

    Você produz, o tutor corrige e explica, e o que você acertou vira evidência. A aula seguinte é montada a partir disso: o que ficou frágil volta, o que consolidou sai de cena.

O que muda na prática

Conteúdo escrito para cada idioma, não traduzido

O aluno de mandarim pratica resolver o pagamento quando só existe QR code. O de japonês pratica a sequência do caixa da conveniência. O de alemão pratica o registro de endereço. São situações diferentes porque a vida naqueles lugares é diferente — traduzir a lista de inglês produziria um catálogo que passa em qualquer contagem e não serve a ninguém.

A variedade é conteúdo, não sotaque

Espanhol da Argentina não é o do México. Alemão da Suíça não usa ß. Chinês de Taiwan é escrito em tradicional. Você diz para onde vai, e vocabulário, norma e pronúncia acompanham — inclusive o que muda de sentido ao cruzar a fronteira.

Falar e escrever são treinados separado

Na escrita você tem tempo de pensar; na fala, não. São habilidades distintas e o sistema as mede em separado — inclusive o ritmo, que é defeito num idioma e alvo em outro. Encolher sílabas átonas melhora o seu inglês e piora o seu italiano.

Você vê o que o sistema concluiu

Toda evidência tem data, origem e força. Se o sistema disser que você consolidou alguma coisa, ele mostra em que resposta isso ficou provado. Nada de número que aparece sem explicação.

Pacotes

Todo pacote traz duas horas escritas; o que muda é quanta conversa falada vem junto. Falado e escrito são saldos separados e não se convertem — a hora falada custa muito mais para produzir, e um saldo único faria quem só escreve pagar por isso.

  • Ensaio

    Para descobrir como é

    1h falada2h escritas

    R$ 300,00

    A primeira conversa falada, com duas horas escritas para preparar e revisar. Para descobrir como é antes de assumir uma rotina.

  • Rotina

    Uma conversa por semana

    2h faladas2h escritas

    R$ 490,00

    Duas conversas faladas e duas horas escritas. O bastante para uma conversa por semana num mês, sem pressa.

  • Constância

    Quando a fala começa a soltar

    3h faladas2h escritas

    R$ 620,00

    Três conversas faladas e duas horas escritas. É onde a fala começa a sair sem tradução no meio.

  • Imersão

    Volume para o erro não voltar

    4h faladas2h escritas

    R$ 890,00

    Quatro conversas faladas e duas horas escritas. Volume suficiente para o mesmo erro aparecer, ser corrigido e não voltar.

  • Reta final

    Para quem tem data marcada

    5h faladas2h escritas

    R$ 1.190,00

    Cinco conversas faladas e duas horas escritas. Para quem tem data marcada: entrevista, viagem ou prova.

Precisa de outra combinação?Mais horas, outra proporção entre falado e escrito, ou compra para uma equipe. Peça uma cotação e respondemos com o preço fechado.

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Perguntas que valem responder antes

Em quanto tempo eu vou falar?

Depende do idioma e de quanto você estuda, e o sistema diz isso na sua cara antes de você pagar. Na entrevista você declara a sua meta e o seu ritmo; a tela responde de quantas horas aquela meta precisa e até onde o seu ritmo chega. Alemão exige mais que espanhol, e mandarim exige três vezes o inglês — é assim, e prometer o mesmo prazo para todos seria mentir para quase todo mundo.

Como o sistema sabe o meu nível?

Por um diagnóstico curto, com itens escritos para o que aquele idioma cobra de um brasileiro — classificador em mandarim, partícula em japonês, caso em alemão. Ele não pergunta há quanto tempo você estuda nem quantos livros você fez: mede o que você consegue produzir agora. Depois disso, cada resposta sua na aula vira evidência no seu perfil, com a data e o que ela provou.

É um robô ou um professor?

É um sistema. O tutor responde no idioma que você estuda, corrige o que você escreveu ou falou e explica o porquê — e tudo o que ele conclui sobre você fica registrado e visível para você. O que ele não faz é fingir empolgação nem dar medalha: o que move a próxima aula é o que a anterior mediu.

Qual a diferença entre a hora falada e a escrita?

São habilidades diferentes e saldos diferentes. Na escrita você tem tempo para pensar; na falada, não — e é isso que faz a segunda ser mais difícil e mais cara de produzir. Todo pacote traz as duas porque escrever antes de falar é o que faz a conversa render, mas as horas não se convertem entre si.

Vocês ensinam qual variedade do idioma?

A que você escolher. Espanhol da Argentina não é o do México, e o português de Portugal não é o do Brasil — o curso trata isso como conteúdo, não como sotaque. Na entrevista você diz para onde vai ou com quem vai falar, e o vocabulário, a norma e a pronúncia acompanham.

E se eu não usar as horas?

Elas ficam no seu saldo. A tela de Minhas horas mostra o extrato com cada crédito e cada uso, com data e motivo — você sempre sabe onde as suas horas foram parar. Entrevista de curso e diagnóstico não consomem hora nenhuma.

Comece pela medição.

A entrevista e o diagnóstico não consomem hora-aula. Ao fim deles você sabe o seu nível real e quantas horas a sua meta pede — e decide com número na mão.

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